Aldo Pereira

As parábolas.

Por Aldo Pereira há 7 meses

Cristo falou em parábolas justamente para que cada personalidade humana pudesse fazer a sua livre interpretação. Ele agiu desta forma para que houvesse a múltiplas interpretações do texto e com isso possibilitar a prova do ‘eu sei’. Se cada um acredita saber alguma coisa (crê na interpretação que a mente humana cria) eis aí uma boa prova: amar e respeitar a interpretação do outro ou discutir para provar que está certo.

Mas, ele também disse assim: o primeiro e maior mandamento que você deve se entregar de corpo, mente, alma e espírito é amar a Deus sobre todas as coisas; e o segundo ao qual também deve se entregar completamente é amar ao próximo como a si mesmo. A partir disso lhe afirmo que não importa que compreensão você tenha, ame a Deus acima dela; não importa que compreensão tenha, ame ao próximo acima dela. Quem se apega a uma interpretação para criar uma verdade não cumpriu nem o primeiro nem o segundo mandamento.

Portanto, Cristo falou por parábolas justamente para isso: para ver se o ser humanizado vai ficar procurando interpretações ou se irá simplesmente amar. Para complementar esta visão posso ainda lhe citar mais um ensinamento de Cristo: louvado seja Deus que esconde do sábio, ou seja, aquele que sabe interpretar, o que mostra aos simples, aquele não sabe nem ler, mas ama a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Apesar de lhe dizer tudo isso, afirmo: Cristo não poderia ser mais claro do que foi.

Espiritualismo ecumênico universal