Aldo Pereira

O espírito que se digna a trabalhar por um aborto não sofre as p

Por Aldo Pereira há 8 horas

Depende...

Primeiro: não existe pena. Deus não é juiz, julgador. Ele é Pai, é Amor... O Pai pode colocar um filho de castigo, mas não faz isso por raiva ou para aplicar uma penalidade apenas. Ele coloca o filho de castigo para lhe dar uma oportunidade repensar algumas posturas e com isso aprender algo...

Segundo: existem espíritos que se vivenciam o aborto por causa de um carma negativo, mas outros vivem esta mesma situação de forma positiva. Ou seja, existem espíritos que ao serem abortados estão de castigo, mas outros estão gozando de uma premiação... Além disso, se levarmos em consideração a questão 132 de O Livro dos Espíritos, vamos admitir que existem outros espíritos que vivem o acontecimento de serem abortados como missão para poder gerar a prova para outros. Eu quero lhe fazer uma pergunta. Você já deve ter lido literatura espírita. Já deve ter visto nestes livros pessoas que matam outras para executar o carma delas, para a expiação do outro. Lá você aceita, mas no caso do aborto não. Porque? Qual a diferença de matar um homem velho ou um bebê? A idade da pessoa...

O problema é que nos apegamos à forma física. Já me foi dito que o aborto é abominável porque interrompe a ordem natural da vida. Mas, a ordem natural da vida não é o que você ser humano conhece, mas o que já estudamos: o que o espírito pede antes da encarnação. Esta é a ordem natural da vida, porque a vida não existe como você quer que exista. Ela é a encarnação do espírito e é totalmente criada antes do nascimento. Veja a pergunta 258 de O Livro dos Espíritos que você vai entender o que estou dizendo.

Se lá é dito que a vida humana é gerada a partir do livre arbítrio do espírito que escolhe seu gênero de provas, será que esta mesma ideia não vale quando se fala em aborto? O aborto, o abortar, não é um acontecimento da vida? Sendo, porque o planejamento anterior dos acontecimentos não vale para ele?

Volto a repetir: o problema é achamos que existe uma criança. Isso não existe. O que existe é um espírito velho que inicia a sua encarnação num corpo de bebê.

Mas, mesmo sendo a interrupção de uma vida, deixe-me lhe fazer uma pergunta. Se o espírito abortado fosse se transformar num Hitler você acharia justo o aborto, não? Pois bem, será que você sabe quantos Hitler são abortados?

Portanto, não podemos defender a vida pela própria vida. Temos que defender a vida como oportunidades de elevação espiritual, como vivência de carmas. Na hora que os carmas acabam, não há mais necessidade de ter vida. Por isso, se o espírito só tinha o carma de passar pelo aborto, não havia mais necessidade dele continuar vivo.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Livros espíritas.

Por Aldo Pereira há 1 dia

Aquelas figuras tenebrosas do umbral e as cidades espirituais estão preconizadas em O Livro dos Espíritos, no Evangelho Segundo o Espiritismo ou em O Livro dos Médiuns? Não. Então isso é prova...

Mas, porque essa banca de espíritos deixa estas informações virem a este mundo? Porque faz parte da provação dos espíritos encarnados. A sua provação refere-se à fé em Deus através dos ensinamentos dos mestres. Quando esses livros são escritos, a sua fé está sendo colocada em prova. Como é isso na prática? Imaginemos que tenha lido um livro de alguém que se diz cristão, mas que afirma que você pode ganhar nesta vida. Isso está em acordo com o ensinamento de Cristo? Não. Então, abandone os ensinamentos deste livro. Faça isso porque tem fé em Cristo e porque ele disse que não devemos amealhar bem na Terra. É esse o trabalho que precisa ser feito. Agora, como sempre digo, como esse é um mundo de provas, não se pode criar um ambiente dentro da perfeição que vocês querem. É preciso que exista a dualidade, o que vocês chamam de certo e errado e eu chamo de material e espiritual. Para que isso? Para você exercer a sua fé, a sua confiança e entrega.

Em que você confia e se se entrega: ao mundo espiritual ou ao material? É por causa desta questão que existe tanto livro diferente entre si...

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Oque é Deus?

Por Aldo Pereira há 2 dias

É a soma de D+E+U+S. 

A representação gráfica de uma idéia. Como as ideias não são idênticas, cada um forma o seu Deus. Nada mais que isso. "Mas eu acredito em Deus". Eu não duvido, mas será que é no Deus definido pelos mestres ou no seu Deus? "Mas só existe um Deus". Não, existem vários. Uns 7 bilhões. Existe o Deus que não vê crime em matar crianças, mas existe o Deus que condena isso. "Mas Deus não permite que mate crianças". O seu Deus não permite. O Deus de quem mata não vê problemas. Tanto é verdade que eles matam em nome de Deus. Quem diz acreditar, afirma que Deus é pai. Usa essa definição para falar do faminto, roubado ou morto, mas não admite ser ele o pai do ladrão ou do assassino, por exemplo. Esse é um Deus fabricado através dos conceitos de certo, belo, limpo. O errado, feio, sujo, por esses conceitos, não são coisas de Deus. Passa a ser um Deus seletivo, sem o amor sublime e a justiça perfeita, como ensinaram os mestres. 

O amigo espiritual dá um exemplo:

"Estar com Deus é estar com Deus, mas como não sabe o que é Deus, só estará com Ele quando não estiver com nada que conheça. Só isso, não dá para explicar melhor"

Mas o espírito da verdade vai além. Ele mais ou menos diz para esquecermos de Deus.

"Não vos percais num labirinto de onde não poderíeis sair. Isso não vos tornaria melhores, mas talvez, um pouco mais orgulhosos, porque acreditaríeis saber, quando na realidade nada saberíeis. Deixai, pois, de lado, todos esses sistemas; tendes que vos desembaraçar de muitas coisas que vos tocam mais diretamente. Isto vos será mais útil do que querer penetrar o que é impenetrável"

Aldo Pereira

Participante: não existe resgate de encarnações passadas?

Por Aldo Pereira há 3 dias

Tem, para o espírito, não para você. Você, o humano, se for, é o resgate do espírito: você não pode resgatar nada, porque não tem nada a resgatar. Deixe-me dar um exemplo para ficar claro. Digamos que um espírito vivenciou a atividade de um ego matar outro. Estou falando dentro da criação ilusória, já que ninguém morre. Se essa ação tiver que ser novamente prova para o espírito e você, o humano tiver que morrer, não estará resgatando nada: será o resgate. Tudo que lhe acontece é para o espírito e não para você. Portanto, você não tem que resgatar nada.

É igual ao que já me falaram: eu tenho provas. Não, você, o humano, não tem provas: você é a prova do espírito. Da mesma forma, o ser humano não tem missões: ele é a missão do espírito. Você, humano, é, não tem.

Espiritualismo ecumênico universal

Obs. O problema é que humanizamos o espiritual. Colocamos conceitos humanos em tudo. Foi ensinado que o espírito não retroage. No máximo estaciona, mas a mente humana, nos trai. Plantão, por ser considerado um gênio, deveria pela razão humana reencarnar como um gênio ainda mais destacado. Não é assim. Se Platão precisar reencarnar e se para sua evolução espiritual ele precisar nascer como limpador de cocheiras, assim será. O objetivo é evoluir. Chico Xavier, quase um santo para muitos. Pela lógica humana teria que reencarnar para dar seguimento a sua obra. Que obra? Chico se foi. O espírito que viveu aquela personalidade, pode vir como um morador de favela, sem nenhum destaque e anonimamente cumprir mais uma etapa da sua elevação. Mas o ensinamento não diz que espírito não retroage? Sim, mas é o espírito. A informação está lá no "HD", não foi perdido. A pasta apenas não está acessível. 

Aldo Pereira

É, mas não é.

Por Aldo Pereira há 4 dias

Nós precisamos separar o que é do espirito do que é humano. O que se é e o que acontece na vida é humana não tem o mesmo significado para o mundo espiritual. Para o mundo espiritual levar um tiro não é algo mal, assim como participar de acontecimentos onde se vivencia uma bondade não quer dizer que o espírito é bom. Ao mesmo tempo que em que um humano vive a vida, o espirito vive a vida dele e é essa última vivência que marcará a posição do espírito e não a primeira. Então, veja, a partir dessa resposta precisamos compreender que tudo que se está vivendo é prova para o espirito, não importa se nessa vida o ser humano ao qual está ligado foi bonzinho ou mal. O bonzinho e o mal humano não é o espirito: é a programação da prova. Levar um tiro é o resultado da posição do espirito. Agora como eu não sei se ele levou em tiro como expiação ou como missão – se merecia positivamente ou negativamente aquela ação – prefiro me silenciar. Portanto, não julguem os espíritos pela identidade humana que vivem ou viveram. No caso do São Francisco, eu garanto que o espirito era elevado, mas tem muito ídolo humano que vocês criaram que não era. Tem muito santo que mesmo vocês não sendo católicos, rezam para eles porque tiveram uma vida boníssima, mas o espirito nunca foi elevado.

Então veja, dentro daqueles que vocês chamam de santos, pode haver um espírito que pede para combater a soberba. Pela 

interdependência das coisas, Deus cria para esse ser uma vida santa. Durante ela o ser humanizado passa a ser reconhecido,adorado, 

bajulado. Isso não serve como uma prova para aquele que está querendo liberta-se da soberba? Ao mesmo tempo que essa vida está servindo àquele ser, está também sendo útil para ver se vocês adoram o bezerro de outro, ou seja, outro ídolo que não seja o Senhor, seu Deus. Essa é a interdependência das coisas: Deus agindo para todos e usando cada um como instrumento para auxiliar o outro., ao mesmo tempo que individualmente ele tema sua prova.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Não é possível mudar a vida.

Por Aldo Pereira há 1 semana

“A fatalidade existe unicamente pela escolha que o Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer”. (Espírito da verdade)

Olhe bem o que está escrito aí e deveria servir como orientação aos espíritas. O que você chama de fatalidade nada mais é do que aquilo que o espirito escolheu para si antes da encarnação. Vamos dizer assim: se você esquecer seu carro aberto e alguém o roubar, não é uma fatalidade, é algo que você escolheu antes da encarnação. Você está em casa dormindo e uma bala fura a parede e lhe encontra deitado na cama. Isso não é uma fatalidade, mas sim algo que você escolheu acontecer antes da encarnação.

“Escolhendo-a, institui para si uma espécie de destino, que é a consequência mesma da posição em que vem a achar-se colocado”.

Portanto, quando você, o espírito, planeja a sua vida, cria um destino, uma história de vida. Essa história está totalmente de acordo com a sua posição no mundo espiritual. Ou seja, ela representa uma tendência que é preciso ser vencida. Por causa dessa necessidade é que o espírito, antes de encarnar, escolhe determinado acontecimento que amanhã, quando encarnado, ele chamará de fatalidade.

“Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir”.

Falo das provas físicas, dos atos. Isso quer dizer que os atos de uma vida foram escritos pelo espírito antes da encarnação. Tal informação deve nos levar a compreender que depois de encarnado o ser não é senhor das ações que vivencia. Ele foi senhor delas antes da encarnação. Depois de encarnado você, o espírito, é senhor do sentimento com o qual vivencia os acontecimentos. É senhor do bem e do mal. É muito clara essa resposta. Sei que até agora vocês vêm dizendo que o que afirmo é apenas uma interpretação minha. Mas, observem bem essa resposta. Não há interpretação alguma possível que distorça o que está escrito: ‘Falo das provas físicas, quanto à moral e a tentação o espirito, ele é senhor de bem e do mal’.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

"O espiritual como serviçal"

Por Aldo Pereira há 1 semana

O ser humanizado, além de lutar contra Deus, chama aqueles que são submissos ao Senhor para formarem um exército para lutar contra o Senhor. Quando o ser humanizado chama Cristo para curar a sua doença, o mestre olha para ele diz: filho, foi meu Pai quem lhe deu esta doença; você acha que vou lutar contra ela? O ser humanizado chama Cristo para lhe tirar da pobreza, mas será que vocês acham que ele, que têm a consciência de que não cai uma folha da árvore sem que o Pai faça cair, vai lutar contra ela? Para vivermos com Cristo de uma forma desmistificada, temos que dizer que o ser humanizado deve pedir a ele que o auxilie para passar pelo que Deus está fazendo e não para que ele combata o Pai para retirar a cruz do seu ombro. É pedir ao mestre que nos carregue no colo nesse momento e não que lute contra Deus para mudar o caminho. O que estamos falando é diferente do que move a multidão que se arrasta atrás de Cristo hoje nos templos, nas casas de orações, nas igrejas ou nos centros. Eles sempre buscam o mestre presos ao eu, à sua vontade individual. Ninguém vai a estes lugares para pedir a Cristo que lhe dê mais situações de sofrimento. Todos vão lá pedir para si, para seu próprio benefício e o resto das pessoas do mundo que se danem. Se numa multidão que estiver na busca de Cristo o ser humanizado for o único abençoado tendo sua vontade atendida, achará aquilo uma maravilha. E o resto das pessoas que também estavam ali procurando? Ah, elas podem esperar...

Cristo não está à disposição dos seres humanos, mas sim dos espíritos para auxiliarem a estes na sua elevação. Se para isso é preciso que o ser humanizado passe por situações de sofrimento, é isso que o mestre fará.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

"É preciso morrer para o mundo"

Por Aldo Pereira há 1 semana

O que é ressurreição? É a volta ao mundo espiritual (desencarne, morte) com a consciência espiritual já adquirida. Quem consegue libertar-se da carne com a consciência de "ser espírito‟ ao invés de imaginar-se o personagem humano que vivenciou durante algum tempo, alcança a ressurreição. Morrer (desencarnar) todo espírito encarnado irá, mas só alcançará a ressurreição aquele que, nesse momento, já houver promovido a sua reforma íntima, ou seja, já tenha alcançado a consciência de que é um espírito e utilize como verdades apenas aquelas que são inerentes à pátria celeste. Quem durante a vida promove a sua reforma sai da carne vestido de roupa de espírito ao invés de estar vestido de roupa de ser humano (carne, matéria). Jesus Cristo passou pela ressurreição porque ao sair da carne havia vencido o mundo, ou seja, havia conseguido vivenciar a vida carnal dentro dos padrões espirituais (amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo). Ele conseguiu vivenciar a vida carnal como 

espírito e por isso garantiu a si mesmo o título de Filho de Deus. Na verdade todo espírito é filho de Deus, mas o espírito humanizado, aquele que vive a vida material dentro dos valores individualistas (eu sou, eu quero, eu posso), é como o filho pródigo que foge de casa e não convive no ambiente familiar: o universalismo. Ele é filho, mas não se reconhece como sendo, pois não vivencia essa realidade. Somente aquele que consegue atingir a identidade espiritual é que se reconhece como filho de Deus. O auto reconhecimento da sua essência espiritual e a vida dentro do universalismo é como a volta do filho pródigo, ou seja, daquele que um dia abandonou o lar paterno e que agora retorna à sua casa. Retornar à consciência espiritual ao invés de se reconhecer como humano é, portanto, a volta do filho pródigo. Quando surge um problema na existência material, ao invés de agirem como seres maduros – entendendo a ação do carma e os objetivos da encarnação – agem como crianças e pedem a Deus que os salve. É por isso que é preciso desmistificar os ensinamentos... É preciso acordar vocês no sentido de que precisam viver esta vida tendo como objetivo alcançar a ressurreição e não vivê-la esperando que o plano espiritual esteja de prontidão para lhe 

ajudar a acabar com os problemas da vida.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Você está preparado para morrer?

Por Aldo Pereira há 1 semana

A vida foi feita não para viver amanhãs, mas sim o hoje. É por querer viver o amanhã que o espírito humanizado torna a vida é completamente instável.

Hoje você sai à rua e não sabe se volta para casa. Mesmo tendo a consciência dessa instabilidade, continua projetando futuros como se fosse normal sair de casa e voltar. Mas você não sabe se voltará...

É essa consciência que denota uma preparação para a morte: 'estou saindo de casa; vou voltar? Não sei... Não sei se vou voltar, não sei o que vai acontecer na rua, não sei o que poderá suceder. Quando voltar, eu verei se voltei'

Preparar-se para a morte é isso: viver o que está vivendo neste momento sem se preocupar com mais nada, sem projetar mais nada. Mas, você vive sempre preparando o dia de amanhã, mesmo dizendo que sabe que ele pertence a Deus.

Quem vive projetado para o futuro não está preparado para morrer. Enquanto você disser que hoje de noite, amanhã de manhã, na semana que vem, no mês que vem, no ano que vem vai fazer isso e aquilo, saiba que deixou de se preparar para a morte. 

Se você não se desprender na carne agora, vai se desprender depois da morte. Isso porque ninguém pode assumir uma nova encarnação enquanto estiver preso a uma anterior. Ou seja, enquanto você achar que é o João, vai estar preso a essa encarnação e para vir em outra vida como Maria, Josefina ou qualquer outro nome, terá que se libertar do João.

Porém, libertando-se durante a ligação com a matéria carnal, isso conta pontos para a sua elevação espiritual. Depois que sai da carne, tal libertação não conta mais pontos para a evolução.

O Espírito Verdade diz: a evolução só se dá no mundo material. Fora dele existem os intervalos entre encarnações para o espírito se preparar para uma nova encarnação. Por isso, o libertar-se do João após a morte será parte do preparatório para uma nova encarnação e não uma elevação espiritual.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

"Eu sou o todo"

Por Aldo Pereira há 1 semana

Como Deus se manifesta na sua vida? Sendo a sua própria vida. Você fez esse ato agora? Não! Foi Deus que fez. Deus é o que se faz e o que ou quem faz. Nada disso é feito por você, que aliás também é Deus. Portanto, o que é Deus? Tudo. Todas as pessoas, os objetos, os acontecimentos. Todas as coisas que existem. Por isso, para cumprir o mandamento é preciso amar a tudo. 

Participante: então, não temos que pensar em nós mesmos.

Sim, deve pensar em você no sentido de estar vigilante quanto ao seu amor a Deus acima de tudo, mas não no sentido de ter que ganhar algo, em ser beneficiado. 

Participante: tem diferença entre pensar em você naquele momento e ser egoísta.

O que é o pensar em si mesmo que estou dizendo? Pensar em amar a Deu sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. O que estou dizendo é que deve pensar o tempo inteiro se você está amando a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Quanto a pensar qualquer outra coisa sobre si mesmo, esqueça. Não é importante ...

Participante: como eu sou uma coisa, tenho que amar a mim acima de mim. 

Sim, acima de você mesmo, ou seja, acima da busca da sua satisfação pessoal. 

Participante: eu sou feito à imagem e semelhança de Deus. Não é isso?

Sim, você é a imagem e semelhança de Deus.

Participante: então, quando estou amando é Deus, o próximo é Deus. Tudo é Deus.

Sim, tudo é Deus. Tudo é uma coisa só. Quem separou as coisas do universo foi a personalidade humana. Fez isso para contentar o seu individualismo, egoísmo, mas todas as coisas são um. Vocês humanos acreditam em identidade. Não existe identidade. Existe Universo. Gosto muito de ouvir assim da pessoa: “eu vou morrer e sair daqui e vou pra lá”. Vai para lá, onde? “Ah, lá no mundo espiritual”. Se você vai para o mundo espiritual aqui é o que? Mundo material? Matéria pensa? Matéria fala? Como, então, se dizer que este é o reino da matéria?

Só existe um lugar no Universo. Sabe onde é? O universo. Tudo é Universo e só ele existe.

Espiritualismo ecumênico universal

Obs. Não existe homicídio. Não existe um "matar" o outro. É Deus quem atira, mas vamos além. Ele é o revólver e o projétil. Para complicar um pouco mais. Também não existe "vítima". Se Deus é tudo. Também é ele que recebe o tiro. É Deus atirando em Deus, através de Deus.