Aldo Pereira

Dizem que tenho mediunidade.

Por Aldo Pereira há 8 horas

Todos têm. Uns mais outros menos ostensivos. Mediunidade é uma prova e por isso é escolhida antes da encarnação. Ela irá se manifestar no tempo e da forma programada. Você ( espírito ), antes de encarnar, pediu seu gênero de provas. Deus na sua infinita bondade, avaliando seu objetivo e sua capacidade de cumpri-las, formou oque chamamos "encarnação". Na encarnação, tudo que foi escolhido acontecerá. Não existe a mínima possibilidade de mudança. Sua liberdade está no sentimento que terá ao vivenciar as provas que: goste ou não, acontecerão. Se irá estudar, trabalhar em um centro, montar uma casa ou mesmo "sofrer" por ser médium, é escolha anterior a encarnação. Acontecerá. Não tenho como retardar uma mediunidade que me "atrapalha" ou fechar o "chacra" para não desenvolver, como alguns fazem? Chamo você para um exercício de raciocínio: Se Deus é onipotente ( tem o poder supremo ), te deu a liberdade de escolha, montou o seu conjunto de provas e te auxilia, através dos espíritos ao cumprimento sem choro e ranger de dentes, você acha, sinceramente que um ser humano com uma "técnica" será capaz de mudar os desígnios de Deus? Se conseguir, ele se torna Deus, pois terá mais poder que a causa primária de todas as coisas. Se vale um conselho, aí vai: Viva a sua vida com oque tens, alimentando bons sentimentos. É o máximo que conseguirá fazer. Dos sentimentos você é dono, dos acontecimentos, não. Esses acontecerão. 

Espiritualize os acontecimentos para bem viver as suas provas. 

Aldo Pereira

Para refletir.

Por Aldo Pereira há 1 dia

Se escolhemos as nossas provas antes da encarnação e escolhemos inclusive como iremos "morrer", o "assassino", "homicida", espiritualmente falando, é um ser do "mal" ou um missionário para que tenhamos a nossa prova? 

Aldo Pereira

Sem amenidades

Por Aldo Pereira há 2 dias

Talvez fosse mais simpático falar de amenidades, palavras bonitas, mensagens de otimismo, mas não é assim.

Seria simples falar de caridade, mas a nossa caridade é para quem achamos que merece, para nos sentirmos bem, daí a mão esquerda viu oque fez a direita. Isso não é caridade.

Falar de amor, mas só amamos quem se condiciona a nossa verdade, satisfaz os nossos anseios, quando amar é permitir que o outro seja oque é, mesmo que te "agrida".

Falar de mentor, anjo da guarda, mas achamos que a espiritualidade está para proteger humano, quando estão para garantir a prova do espírito 

Falar de Deus, mas ainda temos um Deus serviçal e nos tornamos pedintes, ignorando sua onisciência.

Sim, seria mais fácil, mas a missão é outra. A finalidade é outra. Ou espiritualizamos o "mundo material" ou seremos zumbis ao desencarnar. Não teremos mais corpo, mas ainda precisaremos ir ao banheiro, comer, descansar e a queda será inevitável. Reencarnaremos, novamente num mundo de provas ( que não será esse mundo)e mais uma vez teremos pela frente os mesmos "desafios", encarnação após encarnação, até nos conscientizarmos que somos espiritos, para daí passar a próxima "fase". Cristo ensinou sobre tudo isso. " O verbo se fez carne" e mostrou na prática como se faz. A escolha é de cada um. Ninguém cobrará resultados, nem Deus, mas vai voltar, vai reencarnar, essa é a lei. Não seria mais "inteligente" fazer agora? 

Por isso a falta de "amenidades". Só por isso.

Aldo Pereira

Cheios de podridão.

Por Aldo Pereira há 3 dias

"São como túmulos caiados de branco, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de podridão".

Aquele que tem verdades, que é o professor da lei e que se orgulha justamente dessa lei que está dentro dele, não vê que ela é a podridão. Toda sua sabedoria, sua cultura é a podridão que você carrega. Tudo que você utiliza para julgar o outro é a podridão que carrega dentro de você.

Viver a vida sem verdades, sem julgamentos, sem motivos para acusar ninguém de nada. Somente assim você estará por dentro com vida, com Deus, não com morte, não com podridão. Por fora vocês parecem boas pessoas, mas por dentro estão cheios de mentiras e pecados. Porque vivem para se servir e não para servir ao próximo. Os professores da lei, aqueles que possuem verdades (leis) individuais, precisam aplicá-las e têm a necessidade de que elas sejam cumpridas para ser feliz. Túmulo podre

Espiritualismo ecumênico universal

*Sei que os textos por vezes "agridem". A intenção é essa. Agredir o seu "humano" para despertar o espiritual. 

Aldo Pereira

Não deixe que coloquem fardos em suas costas.

Por Aldo Pereira há 4 dias

Senhores professores da lei, a única coisa que o espírito deve fazer é amar. Amar a todos, não a quem ele acha que está certo, aquele que cumpre o que vocês querem. Amar a todos indistintamente: aqueles que seguem a sua lei, ou aqueles que não seguem a sua lei.

Como disse o Cristo, abraçar o amigo é fácil eu quero ver cumprimentar o inimigo. Aquele que vivencia a situação que lhe contraria, que não segue a sua lei ,senhor professor da lei, é um instrumento de Deus para lhe colocar em prova. Deus quer saber se o senhor vai colocar em prática aquilo tudo que ensina e exige dos outros.

Aqueles que o senhor chama de pecadores, que não cumprem os mandamentos da vossa lei, não são o diabo não, professores da lei. Eles são os anjos do Senhor que estão na sua vida para lhe conduzir ao Pai, pois lhes auxiliam a viver a vida Cristo.

Se Cristo não tivesse os inimigos que teve não teria vencido nada. Foi justamente ao não acusar e não criticar aqueles que não o compreenderam que o Cristo exemplificou o caminho a Deus. “Mais vale um ateu do que um crente hipócrita”. Frase do apóstolo Paulo.

Se você amar a todos, não precisa nem acreditar em Deus. Quando Cristo nos ensina a amar a Deus acima de todas as coisas não ensina bajulação, mas ensina um caminho.

O amor a Deus acima de todas as coisas não é a bajulação a Deus, mas o caminho para se alcançar a evolução espiritual

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Um chamamento aos espíritas.

Por Aldo Pereira há 6 dias

Os espíritos conclamados a militar na falange espírita foram os primeiros a serem alertados da necessidade constante da atualização dos ensinamentos recebido e agora também se transformaram em velhos monastérios, em fieis defensores de uma verdade que não é mais atual.

Posso afirmar isso com segurança, pois trabalhei durante algum tempo junto com a falange kardecista nos centros espíritas. Víamos o orgulho destas pessoas em intitularem-se as mais instruídas nas coisas espirituais, portanto imaginando-se as mais elevadas. Sentíamos a sua prepotência em julgarem-se melhores que os seus irmãos de outras religiões uma vez que um micronésimo a mais lhes tinha sido revelado. Nada podíamos fazer na transmissão de informações deste tipo aos irmãos daqueles templos, pois não havia a autorização de Jesus para assim procedermos. O plano espiritual não pode alterar o livre arbítrio dos espíritos encarnados, principalmente quando ele se diz guia ou mentor de outros espíritos. Para isto Jesus deixou os ensinamentos para os professores da lei na Bíblia Sagrada. Mas, como alcançar estes ensinamentos se a própria Bíblia é marginalizada por estes senhores?

Por este motivo, hoje no umbral é grande o número de espíritos que estiveram em sua última encarnação como dirigentes de casas espíritas. Antes nesse local podiam ser vistos em grande número os padres e dirigentes evangélicos, mas hoje os líderes de casas espíritas também abundam neste estado de espírito. Enquanto isso, os trabalhadores de última hora, aqueles que procuram não se enraizar em conhecimentos, mas amar a Deus acima de todas as coisas, cada vez mais encontram a felicidade universal.

Senhores da lei, detentores da verdade, analisem a mudança comportamental do plano espiritual trabalhador da religião espírita. Antes os ensinamentos eram mais técnicos do que doutrinários. Kardec desvendou o desconhecido e as suas relações com o conhecido. André Luís continuou esta obra, mas hoje as transmissões espirituais dos falangeirros desta religião são só doutrinárias. Trazem romances ou mensagens que abordam o cunho doutrinário e não mais o técnico.

Quando se vê uma literatura espírita nova que busca desvendar as técnicas espirituais, o crédito da obra é dado a um encarnado, que apenas interpreta dentro dos seus conceitos as informações já passadas. Não são mais realidades espirituais, mas, me perdoe a palavra, um ‘achômetro’ de encarnados.

Além disso, estas obras nada mais são do que meras repetições de toda interpretação que foi alcançada no século XIX. Ninguém se atreve a acrescentar nem uma vírgula à interpretação dada pelos senhores da lei com medo de serem excomungados da religião.

Kardec nos disse que o avanço da ciência é dado para o desenvolvimento em todos os campos, inclusive o moral. No entanto, todo avanço alcançado durante o século XIX pela ciência não foi capaz de alterar um milímetro da interpretação que foi ensinada pelos senhores da lei do tempo de Kardec.

Por este motivo, a religião espírita, que poderia ser a diretora da mudança espiritual do planeta, não está trabalhando neste momento para este fim. A vinda da alma bendita de Francisco Cândido Xavier para o Brasil foi o primeiro preparativo para esta liderança da religião. No entanto, os senhores da lei espíritas afirmaram que ele era ‘igrejista’ uma vez que defendia uma nova interpretação para os textos do Pentateuco Espírita.

Os senhores do templo espíritas naufragaram quando se preocuparam em decorar os textos legais sem colocá-los em prática.

Apesar de todas estas palavras, não as interpretem os espíritas como uma acusação. Amo os ensinamentos de Kardec e os trabalhadores desta falange. Meu objetivo com este texto é chamar a atenção dos senhores da lei que estão descumprindo os avisos dados pelo próprio Mestre que eles dizem seguir. 

Irmão José. Psicografia

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

A vida é do espírito.

Por Aldo Pereira há 1 semana

O espírito vai estar sempre passando por provas. Seja no mundo de provas e expiação, no mundo de regeneração ou no celestial. Sempre haverá provas. Só que no mundo de provas e expiação, elas são confundidas com tribulação material. Nos outros mundos as provas são compostas por elementos que vocês não conhecem. Este é outro motivo porque não podemos achar que a nossa verdade de hoje é a verdade de sempre no universo. Nós vamos evoluir, vamos para outro mundo, vamos vivenciar outra forma de viver e nela haverá outras verdades que servirão como prova. Nós estamos falando de assunto tão difícil e tão importante, tão profundo. Acho, vamos dizer assim, que não foi bem compreendida a amplitude desse assunto. Eu estou falando da sua vida. Eu estou falando do seu dia a dia. Eu estou falando do porquê acontecem as coisas na sua vida, aquilo que você sempre buscou compreender.  

Porque que eu bati com o carro? Porque que o ladrão entrou na minha casa? Porque não optei por um outro lugar? Eu estou explicando tudo isso. Na hora que compreender o que estou falando agora, você entende a sua vida. Nunca mais vai questionar nada. Nunca mais vai dizer ‘meu Deus, porque isso’. Você já sabe, já sabe: é um carma, é algo que escolheu antes da encarnação e é uma oportunidade de se elevar.

O carma é a reação, não a ação. A ação, sentimental, gera o carma, que é a reação àquela ação. Sim, carma é simplesmente a justa reação do que você fez sentimentalmente anteriormente, ou seja, é a colheita daquilo que você plantou, ou seja, é o resultado da sua obra.

Repito: A vida é do espírito.

136 – b) O que seria o nosso corpo, se não tivesse alma?

 — Uma massa de carne sem inteligência; tudo o que quiserdes, menos um homem.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

O espírito escolhe o bem, não o bom.

Por Aldo Pereira há 1 semana

Sob a influência das ideias carnais, o homem, na Terra, só vê das provas o lado penoso. Tal a razão de lhe parecer natural sejam escolhidas as que, do seu ponto de vista, podem coexistir com os gozos materiais. Na vida espiritual, porém, compara esses gozos fugazes e grosseiros com a Inalterável felicidade que lhe é dado entrever e desde logo nenhuma impressão mais lhe causam os passageiros sofrimentos terrenos. Assim, pois, o Espírito pode escolher prova muito rude e, conseguintemente, uma angustiada existência, na esperança de alcançar depressa um estado melhor, como o doente escolhe muitas vezes o remédio mais desagradável para se curar de pronto.

Allan Kardec. Livro dos espíritos.

Aldo Pereira

Mediunidade.

Por Aldo Pereira há 1 semana

Como estamos em um mundo de provas e expiação, o que pode ser a mediunidade? A resposta é evidente. Uma prova, mas ao mesmo tempo uma "missão". Retirem o glamour ou o divino da palavra missão. Missão é tudo o que você faz para o seu semelhante, encarnado ou desencarnado. Chamar de "chato", também é missão. Devo desenvolver a mediunidade? Isso também é ato é foi escolhido antes de encarnar, portanto, se tiver que ir, irá. A sua mediunidade irá se manifestar na data e na forma programada. Mas não posso ir ao centro espírita desenvolver? Isso também é ato, foi escolhido antes e acontecerá independente do que a mente "diga". Mas não devo estudar para melhor desenvolver e cumprir a minha prova e missão? O espírito da verdade responde: — "Deus supre a sua inexperiência, traçando-lhe o caminho que deve seguir, como fazes com uma criança desde o berço".

Todas as escolhas da sua "vida" e os resultados "físicos" são escolhas do espírito, feitas antes de encarnar, ainda no "mundo espiritual". Tudo. 

258. No estado errante, antes de nova existência corpórea, o Espírito  tem consciência e previsão do que lhe vai acontecer durante a vida?

— Ele mesmo escolhe o gênero de provas que deseja sofrer; nisto consiste o seu livre-arbítrio.

Se isso é verdade e se é verdade que acredita nos ensinamentos, não se preocupe. Se for, foi. Se não for, não foi. Não sofra por isso. Se for desenvolver a mediunidade, ame. Se não desenvolver, ame também.

Aldo Pereira

As escolhas.

Por Aldo Pereira há 1 semana

“Ele próprio escolhe o gênero de provas por que há de passar e nisso consiste o seu livre-arbítrio. 

Livro dos espíritos

Leiam novamente: “ele próprio escolhe o gênero de provas por que há de passar e nisso consiste o seu livre-arbítrio.”

Se isso é verdade, e é porque trata-se de um ensinamento de um mestre da humanidade, o Espírito da Verdade, quer dizer que o espírito escolhe e sabe antes da encarnação, antes de nascer, a vida que terá. Aí está dito mais: esse é o livre arbítrio do espírito.

Eis a informação da existência da liberdade que Deus dá a cada um de escolher as perguntas das provas que irá se submeter quando encarnado. Você diz ‘Deus, que quero provar que me libertei da posse’. Ele, então monta uma historinha, um enredo de vida, onde esteja presente a possessão para que você possa provar a sua libertação dessa forma de viver. Você diz, ‘Deus, quero provar que me libertar da arrogância’. Ele, então, gera uma história onde estará presente a sua arrogância para que possa provar que se libertou dela. 

Vamos deixar bem claro: você nasceu numa família pobre porque pediu para nascer nela e nessas condições; se hoje em dia não possui casa própria, é porque pediu para não ter; se está passando por necessidades físicas, fome, é porque pediu antes de encarna para não ter comida quando tivesse a idade que tem hoje. Tudo que vive hoje, que viveu ontem e que viverá amanhã é fruto do seu livre arbítrio antes de encarnar.

Espiritualismo ecumênico universal