Aldo Pereira

A vida está se "lixando" pra você.

Por Aldo Pereira há 20 horas

É preciso analisar todas as suas tendências, tudo o que vive, tudo o que os outros fazem para você, pois a ação deles é a sua vida também. É preciso analisar tudo a partir deste aspecto. É preciso compreender que não existe ninguém falando, que você não está fazendo nada: é apenas a vida que está lhe sendo apresentada.

Porque isso? Porque na hora que trabalhar tudo o pensa e acontece como fruto de uma apresentação da vida, não mais ficará preso à ideia de ter que se mudar. Aí você consegue a paz. Esta compreensão muda completamente o que você vive. A partir dela sabe que não é você que está agindo desta ou daquela forma: é a sua vida que lhe é apresentada com esta ação. Sabe que não é você que gosta disso ou daquilo outro: é a sua vida que se apresenta coma ideia de gostar.

Como disse, a partir desta concepção, tudo muda. Não é você que age e se isso passa a ser real, não tem que deixar que mudar o que acontece, mas aprender a conviver com as ações que a sua vida apresenta.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

O presente no presente.

Por Aldo Pereira há 4 dias

A vida não possui um transcorrer de tempo. Ela é apenas aquilo que está acontecendo naquele momento. Ela é o que acontece. Só que não é o que ocorre ao longo de anos, meses ou dias, mas o que está ocorrendo a cada momento.

A vida é o filme que está passando na tela a sua frente. Só que os filmes são formados por uma sequência de fotos e cada um destes fotogramas é uma vida.

Isso é importante vocês terem consciência. Para que? Para não se perderem durante a apresentação do filme. Os problemas que passou em momentos anteriores, em vidas anteriores, já acabou. Ele não faz mais parte da sua vida. 

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Quando você está em paz?

Por Aldo Pereira há 5 dias

Quando está tudo bom. Isso é paz para vocês. Quando está tudo bom, ou seja, está acontecendo tudo o que querem, vocês estão em paz. Por isso nunca têm paz. Por mais que a vida lhes dê o que querem, ela nunca dará tudo o que almejam. Por isso jamais terão paz. Mais: se ela der um monte de coisas vocês começam a cobrar mais dela. Portanto, mais do que não ter a paz, vocês não querem tê-la. Essa é a primeira coisa que precisam entender: vocês não querem ter paz. Isso é importante de se ter consciência porque senão ficam se iludindo achando que é interessante ter paz, quando não é.

Ter paz é muitas vezes, por exemplo, aprender a engolir sapo. É muitas vezes aprender a perder, a não ganhar, a abrir mão. É isso que precisam pensar: será que realmente vocês querem encontrar a paz?

Vocês estão buscando uma vida melhor, o que chamam de paz, mas não sabe o que encontrará. Buscam a felicidade, mas não sabem o que é isso; buscam a paz, mas não a conhecem. Aí fica difícil.

Portanto, mais do que não ter a paz, vocês não querem tê-la. Essa é a primeira coisa que precisam entender: vocês não querem ter paz. Isso é importante de se ter consciência porque senão ficam se iludindo achando que é interessante ter paz, quando não é.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

"Quem ama não precisa de nada"

Por Aldo Pereira há 1 semana

Vocês fazem as coisas para os outros premeditadamente. Agem esperando sempre que o outro retribua, que faça as coisas por você. Eu não estou falando em fazer pelo outro para que ganhe no futuro, mas por amor. Quem age por amor não precisa ganhar mais nada. Ele ganha agora a satisfação de atender aquilo que a pessoa amada quer. Ganha agora ao sentir que a pessoa amada ficou feliz. Quem cede à pessoa com quem se relaciona suplantando suas próprias vontades, age por amor, pelo bom convívio com quem se ama. Isso porque essa forma de viver com acaba com a guerra entre os cônjuges e com isso consegue que exista uma coexistência em paz. Além do mais, o ceder à vontade dos outros não é uma sentença de morte àquilo que se quer. Pode ser que um dia a vida abra mão de fazer o que o parceiro quer e você consiga, então, viver aquilo que almeja. Neste momento, pode conseguir aquilo que deseja. Só que quem entende o que estou falando não mais fica esperando que isso aconteça. Aquele, que por sua preocupação em manter uma relação duradoura, realiza o trabalho que estou propondo, não tem mais vontade individual. Aquele que possui o desejo de estar junto ao outro se realiza estando no lugar que ele estiver, fazendo o que fizer, vivendo o que viver. Por isso não precisa mais estar em um determinado lugar, fazer determinada coisa, viver situações específicas.

Aliás, isso deveria ser o normal, não? Quem ama deveria realizar-se no amor que sente, em fazer a pessoa amada feliz, mas o ser humano não é assim. Diz que ama, mas não se realiza no amor que sente. Por isso busca satisfazer suas vontades em detrimento da vontade do parceiro.

Sabe porque você tem vontade de fazer uma coisa e ela outra?

Para aprenderem a amar o próximo como a si mesmo. Que amor é esse pelo próximo que só existe quando ele faz o que você quer?

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

Político. Uma visão espiritual

Por Aldo Pereira há 2 semanas

A mesma administração do bem público que ele ( político) faz de forma tendenciosa para este ou para aquele grupo, você faz na administração da sua vida. Isso porque você é um ser humano, é guiado por paixões, pelo individualismo e posses. Como ele também é guiado por estas mesmas coisas, age da mesma forma que você. Ora, se você e ele guiam as suas ações seguindo o mesmo padrão, como, então, reclama da forma que eles agem? Porque não reclama de si mesmo quando dirige a sua vida de forma tendenciosa, privilegiando uns em detrimento de outros?

O problema é que vocês ainda acreditam que cada um faz o que quer. Vocês reclamam dos políticos, apesar deles terem as mesmas tendências que você, com a finalidade de governar as suas ações, ou seja, para que eles façam o que você quer, o que acha certo ser feito. Desculpe, mas as críticas feitas a qualquer político a qualquer tempo jamais o levou a mudar a sua forma de ser Acho que nunca, não é mesmo? O que acho é que vocês se enganam ao criticar determinado político ou a um segmento pela política que faz nunca levou ninguém a mudar a sua forma de ser. A verdade é que nunca mudou nada. Ao longo dos tempos, por mais que um político tenha sido criticado ou acusado de alguma coisa, nada disso influenciou na sua forma de ser, já que elas sempre serão guiadas pelas posses, paixões e desejos dos políticos. Portanto, quando se fala de política é preciso entender o que é um político. Entender que o político é tendencioso por natureza e que a crítica a ele só vai causar a perda da sua paz. Mais nada ... Ela não mudará em nada a situação do país. A sua crítica só levará a viver em sofrimento o mesmo período, com as mesmas situações, que viveria em paz. Não adianta se criticar nada nem ninguém. A crítica por ela mesmo não leva a lugar algum. Se acha que pode fazer melhor, entre para a política, concorra a um cargo público, se esforce para ser eleito e quando chegar lá faça aquilo que acha melhor. Outra solução: se você acha que determinado político não é bom, espere a próxima eleição e vote em outro. Ao fazer isso, no entanto, tenha em mente mais um detalhe: você precisa respeitar a decisão da maioria. Dentro de um sistema político que possui governantes que falam em nome do povo, o poder da maioria tem que ser respeitado. Se a maioria toma uma decisão, aquele que é minoria deve silenciar-se e acatar o que foi decidido por ela.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

O buscador humano.

Por Aldo Pereira há 3 semanas

Quando vemos uma igreja, um templo ou um centro espírita, imaginamos que ali é um lugar onde devem ir os fiéis de determinada religião em busca da sua re-ligação com o Pai Supremo. Religar-se à Deus é buscar a essência espiritual que reside dentro de cada um. É procurar atingir o “reino de Deus” para vivê-lo em toda a sua plenitude ainda na carne. A maioria que freqüenta estes lugares imagina que está assim procedendo, mas seu real interesse está muito longe disto. Quando aprendemos que o “reino de Deus” é um estado onde o espírito vive com o amor universal (alegria, compaixão e igualdade), infelizmente as bases procuradas na re-ligação para a existência deste estado não são a real procura dos fiéis que freqüentam estes lugares. Eles buscam a alegria, mas para eles este sentimento ainda depende de concretizações de conceitos individuais para que ela exista. Um espírito que quer se religar com Deus não pode impor desejos para que entre na plenitude do “mundo de Deus”. Os fiéis vão buscar a felicidade de Deus, mas impõem condições para senti-la. Precisam de acontecimentos e posses materiais para que alcancem a felicidade. Pedem saúde, bens materiais, acontecimentos em seu favor em preces fervorosas a Deus. Conseguindo estas condições sentem-se felizes. Entretanto, Jesus nos alertou que devemos juntar bens no céu, ou seja, na existência espiritual, onde o verme não os come e onde a ferrugem não os enfraquece. Submeter a felicidade a bens voltados para a vida material, de qualquer ordem é impor condições a Deus para que cumpra a sua prova, expiação ou missão.

Quando o espírito projeta o seu “livro da vida”, ele “desenha” o seu corpo físico de acordo com os trabalhos que irá realizar na vida carnal. Neste desenho estão as propensões a algumas doenças, bem como o funcionamento ou eliminação de alguns órgãos ou membros. Agora, na carne, o espírito pede a Deus que “elimine” estes defeitos que o próprio espírito projetou e que é o “perfeito” para os seus trabalhos.

Juntar bens no céu é pedir a Deus que dê forças para a realização dos trabalhos na situação atual de vida, pois ela trará a evolução espiritual. Pedir “saúde” que poderá atrapalhar a “obra” de cada espírito, é querer possuir bens na vida material.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

O agora é "moldado" antes.

Por Aldo Pereira há 3 semanas

258. Quando na erraticidade, antes de começar nova existência corporal, tem o Espírito consciência e previsão do que lhe sucederá no curso da vida terrena? Ele próprio escolhe o gênero de suas provas por que há passar e nisso consiste o seu livre arbítrio”. (O Livro dos Espíritos) Todo ser universal possui o direito de livre optar pelo que vivenciará. O livre arbítrio é concedido por Deus. “Dando ao Espírito a liberdade de escolher, Deus lhe deixa inteira responsabilidade de seus atos e das conseqüências que estes tiverem” (O Livro dos Espíritos, pergunta 258 a). Ora, se as questões da provação que o espírito vivencia são fruto de uma escolha deste, isso quer dizer que elas não são criadas por Deus e nem podem sofrer interferência de qualquer outro ser, pois se isso acontecesse o livre arbítrio do espírito teria sido anulado. Será que alguém, inclusive o próprio Senhor, pode interferir naquilo que Ele concede? Acho que não... Sendo assim, todo processo de provação é fruto exclusivo da livre opção do espírito e por isso este não pode culpar ninguém por suas possíveis falhas.

“267. Pode o Espírito proceder à escolha de suas provas enquanto encarnado? O desejo que então alimenta pode influir na escolha que venha a fazer, dependendo isso da intenção que o anime”. (O Livro dos Espíritos) A escolha do que vai ser examinado durante uma encarnação é feita exclusivamente antes da encarnação, pois, depois de encarnado, o espírito está sujeito a novas intenções e com isso suas escolhas não representariam realmente o seu ensejo de elevar-se espiritualmente. Portanto, tudo o que será examinado durante uma encarnação foi escolhido pelo ser universal antes da encarnação. Mas, o que o move nesta escolha? “Ele escolhe, de acordo com a natureza das suas faltas, as que o levem à expiação destas e progredir mais depressa”. (O Livro dos Espíritos, pergunta 264)

O que move o espírito a pedir determinado tema para ser provado é a sua própria posição no mundo espiritual, ou seja, aquilo que lhe falta conquistar espiritualmente falando.

Espiritualismo ecumênico universal

Aldo Pereira

O pão com margarina.

Por Aldo Pereira há 3 semanas

Se você estiver com muita fome e tiver apenas um pão com margarina para comer você só tem duas alternativas. Comer ou ficar com fome. Esbravejar, praguejar, chorar, sofrer por ter apenas um pão com margarina não vai colocar presunto e queijo no pão. No máximo, fará com que perda a sua paz e desenvolva uma gastrite. Assim é a vida. Quando algo acontece, você tem duas alternativas, mudar o fato e se não for possível, conviver com ele. Se indignar e sofrer, não mudará o fato. Não existe mágica e as coisas precisam ser encaradas como são, sem romantizar os acontecimentos. Na vida, independente do que aconteça, você sempre terá duas alternativas. Quais são? Sofrer ou permanecer em paz. Se a vida te der um limão, oque você fará? Uma limonada, dirá aquele que romantiza a vida, mas ela não te deu água e açúcar, mas sim, um limão. Nesse caso, ou chupa o limão, mesmo não gostando, ou descarta. 

*Um velho amigo.

Aldo Pereira

Chegou a hora.

Por Aldo Pereira há 3 semanas

Já há alguns anos os "amigos espirituais" vem avisando de uma aceleração no processo de transição do planeta para que se cumpra a era da regeneração. Na verdade, isso já fora alertado pelo espírito da verdade, via Allan Kardec, em obras póstumas. Lá, o aviso é claro para o aumento da agitação social, dos suicídios de pessoas de ainda pouca idade e alguns outros fatos. Os espíritos, alertavam que na transição o espírito, mesmo encarnado, se revelaria na essência. Isso já está acontecendo. O radicalismo toma conta do planeta e não está mais sendo possível "disfarçar". Tudo começa a ficar "as claras". Veremos, cada vez mais espíritas, católicos, evangélicos, muçulmanos etc, se despindo da máscara e mostrando a sua verdadeira face. A defesa que faziam era apenas uma casca, agora passa a aparecer a essência. Veremos, líderes das mais variadas doutrinas, abandonando o amor incondicional ao próximo, pregado por todos os mestres, para a defesa individualista, dividindo o povo entre bons e maus, amigos e inimigos. Não existe mais disfarce. Os professores da lei, os hipócritas, estão assumindo sua identidade. Trata-se de um processo natural, necessário e que serve como prova para aqueles que ainda se mantém fiéis seguidores do "verbo". Vai piorar e muito, mas será para melhor. É que não é possível vislumbrar o fim. Será esposo contra esposa, pai contra filho, vizinho contra vizinho. A essência do espírito se revela e com isso a nossa necessidade de amar o próximo, independente de sua posição. É chegada a hora. Vamos seguir os mestres ou defender o nosso passageiro "humano"? Vamos adotar lado ou vamos amar quem divide e se manter em paz na divisão. Tudo se encadeia no universo. Não existe erro na obra geral. "Bem aventurados os de olhos fechados", eles não enxergarão maldade em seu irmão e entenderão que tudo se encaminha para o bem em substituição ao bom. O ser em detrimento do ter. Nesse momento, vai um conselho. Submeta tudo ao ensinamento dos mestres. Se a mensagem passada, por carnado ou desencarnado for contrária aos ensinamentos, não sofra, trata-se de uma visão humana, limitada aos valores ditados pelo ego e não a verdade universal. Verdade universal é aquela que vale para todos e em todos os tempos. A opção será sua entre amar ou condicionar o seu amar, mas o alerta permanece e Deus, que tudo sabe, dará "a cada um segundo as suas obras". Dar o direito ao próximo de ser, estar e fazer livremente. Eis a grande caridade.

*Um velho amigo. 

Aldo Pereira

Encarnação não é somente "vir a carne".

Por Aldo Pereira há 3 semanas

A literatura espírita aponta a existência da preparação da encarnação, ou seja, a formação da história que o espírito viverá durante a sua vida carnal. Esta etapa é chamada por muitos de formação do livro da vida, ou seja, o estabelecimento das provas, expiações e missões que o espírito irá realizar durante a encarnação.

Para que estes trabalhos tenham maior chance de êxito, o espírito que irá encarnar, juntamente com os espíritos superiores, estabelece os traços do corpo que irá ocupar. Neste momento são determinadas as características físicas que facilitarão as suas provas, expiações e missões. Além disso, a sua personalidade também será estabelecida neste momento, uma vez que ela é a parte preponderante para que os atos necessários à evolução sejam praticados.

Neste momento, nasceu a encarnação. Muito antes do espírito se unir a uma determinada matéria física, ele já é o eu no qual se tornará quando encarnar. Adéqua seu perispírito para assumir a forma que o corpo terá e altera os sentimentos que possui para formar a personalidade que irá ter. Antes da concepção, o espírito já vive a personalidade. Durante a sua existência carnal, o espírito buscará eliminar os sentimentos negativos que ele agregou para assumir aquele eu, simplificando-se para a utilização apenas do amor universal. Com esta simplificação, o espírito alcançará a essência da encarnação, ou seja, a de que ele é um espírito, filho de Deus e que o "fulano, é apenas um personagem criado por ele mesmo para promover a sua elevação.

Quando isto acontece, o espírito, mesmo estando ainda preso a um corpo físico, terá encerrado a sua encarnação. Passará a viver como um espírito que é eliminando todo o eu que havia assumido.

Entretanto, na maioria das vezes não é isto que ocorre. O espírito vivendo este eu solidifica este personagem e imagina-se como sendo o "fulano"; para satisfazer os conceitos do eu, passa a cobiçar e possuir matérias, pessoas e verdades. Esquece da busca da simplificação e cada vez se torna mais complexo, criando verdades individuais que necessitam ser satisfeitas. Não entende a sua existência eterna e busca a satisfação momentânea.

Espiritualismo ecumênico universal