Paulo Siqueira

Umas Vivências

Por Paulo Siqueira há 3 meses

Gostaria de compartilhar aqui, pois só por aqui creio que alguém possa crer ou simplesmente me ouvir, vou utilizar a primeira pessoa sim, pois é o ego que está escrevendo mesmo no fim. Na minha adolescência pisei na umbanda, participei por muitos anos dessa banda, paralelo a isto haviam estudos das obras de Kardec, muitos conteúdos, depois disso tinha uma sensação de querer algo mais prático, sentia muita sensibilidade energética algo muito enfático, que facilitou a busca de técnicas energéticas e de projeção astral, eu treinava quase todos os dias, como se já estivesse no umbral, durante o dia e antes de dormir este "controle" de energias do próprio corpo, com o intuito de afrouxar os laços energéticos, melhorar a sensibilidade, melhorar o emocional e sair do corpo para me conhecer melhor, tipo um aborto hehehehe, anos se passaram e eu com estes conceitos sendo colocados em "prática" no meu dia a dia, já participava até de cursos e palestras do IIPC( instituto internacional de projeciologia e conscienciologia), tinha fortes noções dos ensinamentos dos espíritos pelo espírito da verdade, no entanto era claro os julgamentos de energias boas e ruins. Até que um dia estudando sobre estas coisas,  já havia concluído meu mestrado em Reiki e cursava engenharia na época, tive contato com o trabalho "Diálogo com os Espíritos", organizado pelo Jefferson Viscardi, daí encontrei o Pai Joaquim de Aruanda, depois de rever os vídeos dele lá, várias vezes, descobri o site e a página do youtube do EEU. Nada mais depois disso tocou meu coração com tanta força quanto essa filosofia, ouvia todo dia, tentava colocar em prática, percebi que a vida por fora nada ia mudar, então era melhor lá dentro da cabeça eu ficar sempre a observar. Vou me limitar a aspectos internos agora, anos se passaram e eu vinha construindo cada vez mais a lógica dos mestres segundo a ótica dos espíritos em minha mente, era a hora para combater a mim mesmo, até que cheguei em um ponto em que eu ficava a cada segundo que se passava falando NÃO SEI para os pensamentos, um não sei com a força da filosofia, não um não sei descompromissado, eles, pensamentos, iam surgir eu já sentia isso e já vibrava um NÃO SEI, pois eu já tinha claro para mim que todo pensado carnal não era real, daí cheguei a uma conclusão emocional, digo emocional pois ela não se deu em palavras claras, que é o próprio ego se respondendo Não sei para tudo que ele mesmo diz e comecei a me libertar do não sei, passei a observar os pensamentos com uma postura de não sei, sem dizer de fato o não sei, a priori haviam pensamentos que tinham mais força de apego sobre mim e eu precisava usar o não sei, mas depois foram se enfraquecendo dentro de mim cada vez mais e o não sei virou outra coisa que não consigo explicar o que é, digamos que uma figura seria um mergulho profundo no que é real que eu não consigo ver para limpar os conceitos irreais que surgem na cabeça. Foi em uma noite tempestuosa que eu tive uma experiência diferente na teatralidade e minha cabeça ficou muito limpa por dentro, ainda estou aprendendo a viver assim, mas posso dizer que já sinto que toda minha vida já valeu por isso que Deus conduziu para mim ter este ego pregado em mim. Digamos que esta experiência me trouxe um exemplo muito concreto que a vida é uma pintura em ação pintada a cada instante perfeitamente pelo Artista, tive a idéia de que eu morri, tive a idéia de minha vida toda passar pela minha memória como um vídeo, desde então nunca mais fui o mesmo por dentro, mas por fora a única coisa que percebi de diferente é que tenho uma certa propriedade para falar dessa guerra interna contra seu próprio egoísmo por ter tido uma vivência que diz que isto foi feito, mas no peito eu sempre guardo que Deus é que fez tudo e em seu leito eu só deito a ouvir, orar e vigiar sem cessar.

Louvado seja o Pai, obrigado por poder compartilhar isto com esta comunidade, Paulo Siqueira.

Paulo Siqueira

Arma Astral

Por Paulo Siqueira há 3 meses

Como fazer a rima sair legal

Domo lazer a linha fluir letal

Tomo a ler a vinha ruir o mal

Tombo ao ver que tinha que ir pro astral

Louvo ao escrever rinha pra tu se munir do meu arsenal

De arma que se usa sempre no final de cada pensado carnal

Algo aconteceu em minha cabeça, mas nunca poderei dizer que tenho certeza, o que quer que aconteça eu não vou acreditar em nada que teça, lógicas formadas por formas deixo tudo ir embora é meu apreço, enquanto escrevo não planejo os trechos, por exemplo agora a mão digita não pensamentos mas transcreve sentimentos, deixo as palavras virem com o vento, mesmo tempo que sobra o ecoar do tempo, que estou aqui mantendo o firmamento que aprendi com Joaquim a explicação que parece sem fim, mestres que mostram que não há fim e que em mim reside também Paim.

Éguinho Paulin Siqueira, louvado seja o pai.

Paulo Siqueira

Talvez eu faça música, se for vontade do senhor, pai, conduza-me

Por Paulo Siqueira há 3 meses

Quase me invadiu a sensação de me sentir vazio

todo interno se esvaiu e surgiu a emoção sem descrição

assim a canção tece o fio do coração e subiu pra reflexão e saiu nesse som

que caiu na sua mão para te fazer sentir num clima bom

neste inferno quente ou frio desse mundo há um dom

para parar ranger de dentes meu irmão, vem de cima

só apertar a campainha, din don, bate a porta, de novo

coração.

Só o amor, não a posse, ou desejo e paixão, mas o verdadeiro

Pó de ardor, quando o destroço, pro caixão, o enterro é aventureiro

corro, sem pisar no chão, cheiro, sem nariz, inteiro sintir íntimo

morro sem ver vida no corpo que habito, vida é só se for destemida

provida só por sensível alegria, com matéria despossuída

faz a corrente no tempo parecer fluída

jaz a sua lente eu já lembro a sua dúvida

dívida é sua cabeça dividida entupida

desprovida do quente da chama da paz

jaz sua paz, quando você não está com Pai

parece besteira mas é simples assim, como se diz

plim, a ficha cai'm mim, mesmo logo no fim

já valeu toda a vida pra mim, meu paim, sim

acorda, olha a roda, de frente nota, o que te brota 

não lota e não dá corda, arrota pra fora essa frota

ação, ou é tudo em vão, corpo vai pro chão no final

perceba tudo astral, mundo plural só dá de imaginar

se tu recebe fruto carnal não vê quem esta a emanar

Pai! Paz! Veio ao ego Paulo Siqueira essa letra, que treta.

Paulo Siqueira

Poesias Que Vêm ao Ego

Por Paulo Siqueira há 3 meses

Andado, passos dados por mim, enfim em outros ares

Ativado, reluzindo o de dentro para fora, voam as aves

Elevado céu da consciencia, lá flutuam acima de mares

Infiltrado, não estou acima ou abaixo, um traço cortez

Estado de plenitude, clima de encaixe, um laço com tez

Lado a Lado estamos, sempre se fez, vê, olhe absolutez

Quadrado aqui é sem vez, o pensamento sem pacatez

Antenado ali, fé sem lei, o sentimento ruim já se desfez