Zenóbio Farias Braga Sobrinho

CARACTERÍSTICA DO SER ELEVADO

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 8 meses

CARACTERÍSTICA DO SER ELEVADO

 

De início, pode-se afirmar que nenhuma característica humana pode servir como marca da elevação espiritual.

 

A título de exemplo, dar coisas a quem necessita não caracteriza a elevação de nenhum ser humanizado, bem como orar, exercer atividades mediúnicas, ser voluntário em trabalhos assistenciais também não caracterizam um ser elevado, salvo se qualquer ato desses – assim como qualquer outro – for praticado com a renúncia do fruto da ação ou do egoísmo, ou seja, exceto se a ação for vivenciada com paz e harmonia pertinente a todos, amando-se a estes, a tudo e, consequentemente, a Deus.

 

Vale também registrar que a cultura sobre as coisas espirituais, o suposto conhecimento sobre as coisas do mundo além matéria também não é traço característico de um ser elevado. Como ensinou Cristo, Deus mostra aos simples o que esconde dos sábios. Na mesma linha, o Espírito da Verdade reafirmou o ensinamento de Cristo quando disse que Deus não deixa o ser humano conhecê-Lo por sua própria natureza. Diante disso, de nada adianta a cultura que alguém tenha, pois, se esta cultura não for acompanhada com a renúncia acima mencionada, não há se falar em elevação espiritual.

 

A natureza humana é contrária à espiritual. Ora, se isso é verdade, aquilo que a natureza humana quer é contrária àquilo que a natureza espiritual quer.

 

Nesse sentido, podemos nos reportar a outro ensinamento do Cristo, qual seja: não se serve a dois senhores ao mesmo tempo; ou se serve à matéria, ou ao espírito.

 

De todo o exposto, pode-se chegar à conclusão de que a característica do ser elevado na carne é a vivência da natureza humana sem servir a esta, no constante exercício da reforma íntima, buscando identificar, emocionalmente, o que os mestres disseram sobre uma nova forma de vivenciar os acontecimentos da vida.

 

Espiritualismo Ecumênico Universal

Zenóbio Farias Braga Sobrinho

O Novo Mundo

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 10 meses

“113. Seus discípulos disseram a ele: Quando virá o Reino? Disse Jesus: Ele não virá só por esperá-lo; não dirão: Ei-lo aqui! Ou ei-lo acolá! Mas o Reino do Pai está espalhado sobre a Terra e os homens não o vêem”.

Tiago

Uma nova era se aproxima, um novo porvir desponta nos céus, um novo tempo de justiça, felicidade, harmonia e paz, que alterarão toda a vida no planeta. Todas as “falsas verdades” serão arrancadas da terra pela raiz, como uma árvore que não mais produz frutos.

Será um tempo de deslumbramento, de encantamento. A vida se transformará de um martírio para a plenitude do gozo do amor universal. Tudo que hoje é fruto de sofrimento será extinto e uma nova visão sobre as coisas será alcançada.

Esta é uma promessa antiga de todos os enviados de Deus e que possui hora marcada para acontecer: no momento que cada um conquistá-la.

O novo mundo que todos esperam não acontecerá externamente, mas deverá ser alcançado individualmente. É na reforma íntima de cada um que este novo tempo começa individualmente. Muitos ainda estão apegados à letra fria dos ensinamentos e estão esperando milagres para a alteração do mundo, mas isto não acontecerá.

Não haverá chuvas de pedras, Jesus não irá se materializar para descer à Terra em uma carruagem de fogo, bramindo sua espada contra os inconseqüentes. Isto já acontece diariamente na vida de cada um.

A cada segundo, o espírito encarnado sofre um ataque destas pedras que são atiradas pelo outros para eliminar o seu mundo, as suas verdades. Estes segundos são provocados por Deus através de Cristo para que se ceife a “verdade individual” de cada um.

O novo mundo é uma conquista individual, que cada um consegue em seu próprio momento. Chico Xavier, Francisco de Assis, Gandhi e Buda viveram neste planeta, mas viveram neste novo mundo que estamos falando. Isto ocorreu porque eles viveram uma realidade diferente dos outros seres.

Este é o advento do novo mundo: viver uma vida diferente que surge com a completa reforma íntima de cada ser.

O processo de transformação do planeta não acontecerá porque as coisas se alterarão por si, mas será lento e gradual, sendo que cada um irá mudar-se no seu próprio tempo.

O que garantirá a mudança coletiva é que aqueles que não conseguirem promover a sua reforma íntima não mais encarnarão neste planeta. Havendo apenas encarnações de espíritos já reformados, a prática da vida humana mudará.

A felicidade não será encontrada pelos que encarnarem neste novo tempo, mas será distribuída por eles; a paz não será alcançada, mas se tornará uma realidade quando aqueles que aqui viverem estiverem em paz.

Portanto, meus amigos, não esperem que milagres e mágicas venham a acontecer para que vocês se mudem; promovam já a sua reforma e alcançarão o novo mundo.


Fonte: O evangelho de Tomé

Zenóbio Farias Braga Sobrinho

Matar o tempo ou morrer no tempo?

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 10 meses

Quem mata o tempo não é um assassino, mas sim um suicida. O tempo, ou seja, a vida que cada um tem naquele momento, é a única coisa que se tem na vida.

Sendo assim, qual é a única coisa que você precisa para viver a vida? Resposta: ter vida para viver.

Há um ditado popular segundo o qual “Sonhar não custa nada.”. Custa sim! Custa a sua vida, pois, enquanto se está sonhando, não se está vivendo a vida.

Pinceladas dos ensinamentos de Joaquim de Aruanda, extraído do estudo Em Busca da Felicidade.

Zenóbio Farias Braga Sobrinho

O MAL

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 11 meses

O “mal” é um adjetivo que o ser humano coloca a algo que é Perfeito e que vem de Deus…

O “bem” e o “mal” são frutos do amor de Deus que são adjetivados a partir dos conceitos humanos e pela ação egoísta como tal…

Pinceladas dos ensinamentos de Joaquim de Aruanda


Fonte: Conversando com um Espiritualista 07.

Zenóbio Farias Braga Sobrinho

POR QUE CRISTO FALOU POR PARÁBOLAS?

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 11 meses

Participante - Por que Cristo não mostra clareza no que fala e deixa a interpretação a quem lê? Existem milhares de interpretações. A pessoa não vai saber o verdadeiro sentido para interpretar o que Cristo quis dizer. Por que isso?

Antes de qualquer coisa, deixe-me lhe dizer que ninguém interpreta o que lê. As interpretações são criadas pelo ego através de pensamento. Para quê? Para gerar individualidades que são a prova de cada ser humano.

Portanto, Cristo falou em parábolas justamente para que cada personalidade humana pudesse fazer a sua livre interpretação. Ele agiu desta forma para que houvesse as múltiplas interpretações do texto e, com isso, possibilitar a prova do “eu sei”. Se cada um acredita saber alguma coisa (crê na interpretação que a mente humana cria), eis aí uma boa prova: amar e respeitar a interpretação do outro ou discutir para provar que está certo.

Mas, ele também disse assim: o primeiro e maior mandamento que você deve se entregar de corpo, mente, alma e espírito é amar a Deus sobre todas as coisas; e o segundo ao qual também deve se entregar completamente é amar ao próximo como a si mesmo. A partir disso, afirmo-lhe que, não importa que compreensão você tenha, ame a Deus acima dela; não importa que compreensão tenha, ame ao próximo acima dela. Quem se apega a uma interpretação para criar uma verdade não cumpriu nem o primeiro nem o segundo mandamento.

Portanto, Cristo falou por parábolas justamente para isso: para ver se o ser humanizado vai ficar procurando interpretações ou se irá simplesmente amar. Para complementar esta visão, posso ainda lhe citar mais um ensinamento de Cristo: louvado seja Deus que esconde do sábio, ou seja, aquele que sabe interpretar, o que mostra aos simples, ou seja, aquele não sabe nem ler, mas ama a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Apesar de lhe dizer tudo isso, afirmo: Cristo não poderia ser mais claro do que foi.

Joaquim de Aruanda

Zenóbio Farias Braga Sobrinho

EMOÇÕES E SENSAÇÕES – O QUE FAZER

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 11 meses
O ser humanizado não pode fazer nada contra as emoções ou sensações que a personalidade humana cria. O máximo que ele pode fazer é não vibrar na mesma sintonia.
Ainda assim, o ego pode continuar a colocar motivações (“É mesmo, aquela pessoa fez isso de propósito, fez para me machucar mesmo.”) para servir de justificativa para que você continue vibrando naquela emoção.
Ter a raiva é carma. Já conviver com ela sem lhe dar valor algum é alcançar a elevação espiritual.
Não queiram ser diferentes daquilo que são. A reforma íntima não é uma transformação da personalidade humana, mas sim a mudança na forma como o ser humanizado convive com ela. Pinceladas dos ensinamentos de Joaquim de Aruanda
Fonte: Conversando com um Espiritualista.
Zenóbio Farias Braga Sobrinho

O FAZER E O SER FELIZ

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 12 meses
Se você fizer algo para alguém e vê Deus na ação, libertar-se-á da culpa ou do prazer e somente louvará ao Senhor. Mas, se jura que foi você ou o outro quem fez, diz que conhece qualquer um e sabe do que eles são capazes, não verá a ação de Deus, estará preso à intencionalidade e, consequentemente, não se sentirá amado e não será feliz.

Pinceladas dos ensinamento de Joaquim de Aruanda.
Fonte: estudo do Bhagavad Gita - Capítulo IV - Versículo 18.
Zenóbio Farias Braga Sobrinho

O Saber do Sábio

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 1 ano

O sábio nunca sabe de nada. O sábio de verdade, aquele que consegue viver feliz, nunca valoriza coisa alguma, apesar da sua mente valorizar. O sábio nunca tem medo de perder ou de deixar de ganhar, apesar de conviver com formações mentais que têm. Ele vive como observador da mente, e não como ela determina que ele viva.

Pinceladas dos ensinamentos de Joaquim de Aruanda.


Zenóbio Farias Braga Sobrinho

O Maluco

Por Zenóbio Farias Braga Sobrinho há 1 ano

O ser humano é o espírito que vive fora da realidade espiritual. É um maluco (vive fora da realidade), espiritualmente falando.

Joaquim de Aruanda