Paulo Siqueira

Não precisa tirar 10, tirando 5 já dá para passar de ano!

Por Paulo Siqueira há 1 mês

Hoje, para a elevação espiritual, não precisa mais tirar 10, como antigamente. No quesito das provas espirituais, hoje, tirando 5, se consegue fazer a elevação espiritual. Não que hoje seja mais fácil, em um sentido de ter menos mérito espiritual pela elevação, não há mérito em nada, são momentos, agora é um momento destes, pela evolução da capacidade de abstração do intelecto humano é mais atingível. Você não precisa mudar nada em sua vida, apenas se libertar dos pensamentos gerados pelo consciente. Como fazer? Assim: esteja fazendo o que estiver fazendo, esteja onde estiver, independente do mundo material, seu corpo e tudo mais, preste atenção no pensamento. Este é o primeiro passo, chama-se orai e vigiai, pois você nunca sabe a hora que vai acontecer tudo. Mas, prestando atenção no pensamento, a mente te bombardeia com várias coisas que te afligem. O segredo é, a princípio, usar respostas esquema, para fazer eles serem enfraquecidos até que não te abalem e parem. Estas respostas são as respostas que se deve dar as provas espirituais e a resposta para tudo é o amor universal para se elevar. O que é o amor universal? Amor universal foi explicado pela vida de Cristo, amar a deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, ou seja, entender que há uma causa primária acima de todas as coisas gerando tudo com o atributo de justiça, bondade e inteligência supremas. É o amor agindo em todas as coisas, inclusive em mim e em você e em nossos pensamentos. Por isso devemos ficar atentos aos pensamentos, pois eles são as respostas no seu consciente do sentimento que o espírito vibrou, então você tem que entender profundamente o pensamento percebendo que ele é fundamentado em posse, desejo e paixão e, assim, desconstruí-lo, ou libertar-se dele com o amor universal. Deste modo, se pode voltar a ter uma consciência mais universalizada, no amor, pois o espírito é criado a imagem semelhança de Deus e tem os seus atributos, só que não com a sua potência máxima. O espírito, a medida que se eleva, aumenta a potência de seus atributos com a fé, que é entrega e confiança total a este Deus causa primária de todas as coisas, o amar ao próximo como a si mesmo é compreender o outro como ação de Deus, assim como você o é, portanto, não existem culpados, que não nós mesmos pelas nossas respostas sentimentais espirituais para o estado que está nossas vidas. Amem a tudo e a todos, que assim estarão fazendo o máximo que podem para melhorar as suas vidas, no sentido da harmonia, paz e o amor.

Psiquê Swami

Roosevelt Cardoso

A FUGA DE ALCATRAZ

Por Roosevelt Cardoso há 1 ano

A FUGA DE “ALCATRAZ”

Analogamente à fuga de Alcatraz, em que dois irmãos conseguiram fugir utilizando  objetos da própria prisão, o “ser” liberta-se da mente.

Empregando os elementos da própria mente, o ser busca meios de se libertar dela. No início, o grau de dificuldade é maior, pois a idéia de “ser” ainda é fraca pra perceber a prisão em forma de pensamentos. Só notará isso depois de encarcerada por eles.

Com a prática do foco em si mesmo, a auto atenção vai se tornando mais forte e, quanto mais tempo permanecermos no “eu”, temos mais auto consciência pra reconhecermos a prisão antes de se tornarem pensamentos.

À medida que ficamos mais estabelecidos no “ser”, começamos a perceber que esses pensamentos surgem porque são comuns a nós. Nesse momento, a atenção permanece no “eu” que está consciente do pensamento. Sem a atenção, o pensamento perde a energia que necessita para sobreviver e tende a desaparecer.

Sempre que desviamos qualquer pensamento de nossa atenção, mantendo a intenção no “eu”, enfraquecemos esses condicionamentos que dão origem aos pensamentos. Com isso, cria-se espaço para o amor e para a capacidade de nos mantermos aí, livres.

A auto atenção aliada à entrega a Deus, possibilita essa transmutação interior que vai eliminando o nosso inconsciente. Tudo isso deixa um espaço de pura consciência, paz e liberdade que nunca imaginávamos poder alcançar.